terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Espera...

Oh, meu amado!
Esplendor!
Venha saciar minha fome...
Fome de teus lábios!
Timidez!
Eis a coisa que me aflige,
De nunca saciar minha fome,
Então eu choro.
Choro de raiva,
Desgosto...
De fome!
Choro até desfalecer-me.
 Não será assim que encontrarei uma saída.
Então espero.
Com uma fome devastadora...
Meditando, até encontrar uma saída.
Pois assim, não conseguirei viver.



Autora: Geovana Ferlin

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